segunda-feira, 16 de março de 2009
Os pretendentes
sexta-feira, 13 de março de 2009
Blog de Dom Orvandil: HUMANIZAÇÃO DA CIDADE (III)
PARABÉNS PELO ARTIGO EM PAUTA, AINDA, ENTENDO QUE, NESTE NOVO TEMPO QUE SE CHAMA HOJE, FAZ-SE NECESSÁRIO ESTAR EM CONEXÃO COM O DEBATE DA HUMANIZAÇÃO DA CIDADE EM TEMPO DE PÓS-GLOBALIZAÇÃO MIDIÁTICA...
Blog de Dom Orvandil: HUMANIZAÇÃO DA CIDADE (III)
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
O provável improvável
Contradição? Incoerência? Não! O improvável, em Adamantina, pode ser provável.
Ainda em 2008, uma ríspida discussão sobre a abertura do comércio aos domingos foi instaurada após manifestação de empresários. Muitos foram contra. Utilizaram de seus “poderes” e propagaram ideias – naquela época com acentuação – que a medida prejudicaria os pequenos empresários.
Improvável, mais uma vez, provável. A empresa beneficiada conseguiu autorização deste e daquele, contou com a cegueira de outros e reinou absoluta em prejuízo aos empresários locais.
Outro caso intrigante está relacionado a uma grande festa. Um evento com ótima finalidade, mas encoberto por colunas de ferro pintadas de “má intenção”. O alerta foi dado. Muitos acreditaram. Outros não. O “beneficiário”, ciente, vendou-se e dissimulou.
A festa foi um sucesso, mas, desta vez o provável não foi superado pelo improvável e o único beneficiado não foi quem de direito e muitas dúvidas ainda persistem.
Na dança das cadeiras, a busca pelo assento central foi intensa. Telefonemas, acordos, pressão... tudo ocorreu como previsto até o resultado: improvável. Aqueles que se apregoavam vencedores falharam enquanto outros comemoravam.
Em 2009, fatos importantes para o futuro da Cidade Joia estarão em pauta, mas espera-se que os resultados não sejam tão improváveis quanto os relatados acima. Que as promessas sejam cumpridas, as amizades não superem, sobremaneira, a competência. Resta aguardar e torcer para que a jiboia – agora sem acento – não se transforme em falsa coral, como a maioria de nossos políticos.
Como disse Richard Bach, escritor americano, “coisas ruins não são o pior que pode nos acontecer. O que de pior pode nos acontecer é NADA. (...) Traçamos nossas vidas pelo poder de nossas escolhas. (...) Uma pequena mudança hoje pode acarretar-nos um amanhã profundamente diferente. São grandes as recompensas para aqueles que têm a coragem de mudar, mas essas recompensas acham-se ocultas pelo tempo”.
Everton Santos é publicitário e jornalista em Adamantina
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Religião e homofobia
A Fundação Perseu Abramo divulgou recentemente um estudo sobre a percepção do brasileiro em relação à homossexualidade. Os dados são um retrato do conservadorismo nacional e da perniciosa influência do discurso tradicionalista que persiste no país, acalentado pela maioria das religiões.
Segundo a pesquisa, 58% dos brasileiros veem a homossexualidade como um pecado e 84% defendem que Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram seu papel de ter filhos. Esse entendimento, mesmo não materializado em discriminação explícita, mostra quão atrasado está o debate sobre a questão.
Ao propalarem um modelo “ideal” de organização familiar, contrária à união de pessoas do mesmo sexo, ao divórcio, aos métodos contraceptivos, tais religiões não levam em conta a complexidade das relações humanas e seguem o caminho contrário à liberdade individual. Defende-se um modelo, se não ultrapassado, no mínimo avesso às conquistas de grupos minoritários da sociedade. A defesa de dogmas e de “verdades reveladas” é um direito dos que seguem seus credos, mas não deveria estimular nenhuma espécie de discriminação, nem mesmo de forma dissimulada. Ressalte-se que 99% dos entrevistados afirmaram ter preconceito não-declarado contra lésbicas, gays, bissexuais e transexuais.
Ao defender modelos “corretos” de conduta, de família e de costumes e ao marginalizar os que não comungam tais idéias, os religiosos tendem a negar o preceito de igualdade entre os homens, que talvez seja a maior contribuição do cristianismo à humanidade. Estaria aí, portanto, nesse desrespeito às diferenças e aos direitos individuais, o cerne da maioria dos conflitos de toda a história e dos principais embates que são notícia em todo o mundo.
Não mais se queimam bruxas, hereges, homossexuais ou judeus em praça pública. Mas o fato de a Igreja Católica ter voltado a ofertar o perdão dos pecados por meio de indulgências, prática condenada por Martinho Lutero no século XVII e que consiste em anistiar o pecador da punição pós-morte por meio de pagamento ou de favor, gera a preocupação de que ressurjam certos preconceitos hoje velados no discurso dos púlpitos.
O presidente americano Barack Obama ressalta que a democracia exige que as religiões e seus adeptos traduzam suas preocupações em valores universais, e não em valores específicos de um credo. Ou seja, que as propostas e as visões de mundo defendidas pelos religiosos estejam sujeitas a discussão e sejam influenciadas pela razão. Essa é de fato uma importante condição para que se possa almejar uma sociedade mais pluralista, tolerante e igualitária.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
A elite branca
A história brasileira está repleta de exemplos que confirmam o conservadorismo político e a aversão das classes dominantes a abrir espaço para outros segmentos sociais. Em nome dos “ilustrados” ou dos abastados, vistos muitas vezes como empreendedores, convencionou-se que a política deveria ter como capitães homens saídos das “boas” famílias brasileiras.
A sanha pelo poder consolidou a crença no nosso país e também no microcosmo dele, no caso Adamantina, de que o destino da plebe deveria ser regido por aqueles que figuram no andar de cima da nossa anacrônica pirâmide social. Quem defende tal premissa pode até mesmo se ancorar nos filósofos iluministas, Voltaire e Montesquieu, por exemplo, que defendiam a igualdade social, mas não a política. A elite que assim pensa estaria amparada em grandes pensadores.
A escolha do regime monárquico e centralizador de D. Pedro I, no século XIX, já dava indícios de como seriam aqueles que assumiriam os postos públicos no Brasil. Brancos, cristãos, bacharéis. Uma terra governada por escolhidos, donos do poder por gerações, legitimados pela condição financeira ou pela pretensa intelectualidade.
Há pouco tempo um articulista de um jornal de grande circulação nacional escreveu: “É aos mais sábios e instruídos que deveria caber a suprema regência”. Esse pensamento leva em consideração apenas o saber diplomado, como se a população fosse uma criança a ser tutelada e, quando necessário, repreendida.
Passadas duas décadas da redemocratização do Brasil, notam-se poucas mudanças. A vitória de um presidente operário cristalizou ainda mais o discurso conservador que entende a governabilidade atrelada ao capital. Os populares eleitos para cargos públicos carregam o constrangimento de ocupar um espaço que, na visão elitista, não é seu. “Bons tempos quando só os ricos votavam”, cheguei a ouvir anos atrás de uma senhora colunável de Adamantina. Observei então que, se fosse para retroceder politicamente, que se eliminasse também o voto feminino, conseguido a duras penas na década de 1930. E a conversa parou por aí.
A elite reclama, mas sabe que seus dias de hegemonia política, fundamentada no pensamento conservador e retrógado, têm data para acabar. A participação efetiva da população, por meio da fiscalização, da organização nos bairros e do contínuo acompanhamento das funções do legislativo e do executivo trará uma revolução silenciosa, porém irrevogável.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
“O PT foi passado para trás, o PT levou toco” afirma a vereadora Cleusa

Em um programa especialmente apresentado por Bruno Soares, o Cultura Livre entrevistou nesse sábado, 31/01, a vereadora reeleita do PT, Cleusa da Pastoral. A convidada, que está na Pastoral da Saúde desde 2000, filiou-se ao PT (Partido dos Trabalhadores) em 2001 e se elegeu na primeira disputa a vereança em 2002 com 680 votos. Seus principais projetos foram “Uma criança e uma árvore”, que estabelece o plantio de uma árvore para cada criança nascida em Adamantina, e “Fila do banco”, que determina apenas 15 minutos de espera para o munícipe ser atendido.
Como de costume ao entrevistar políticos da cidade, Cleusa explicou quais os motivos para ter ingressado na política adamantinense. Relatou nunca ter gostado do assunto, mas percebeu que com o trabalho social na Pastoral,de certa forma, já estava realizando esta atividade e que, como vereadora, poderia ajudar ainda mais a população. Para isto, filiou-se ao PT por causa de amigos que pertenciam ao partido e também devido à ação que essa agremiação política tem com a área social.
Quando questionada sobre sua atuação na política disse que não é perfeita e que pode se avaliar com nota 7. Acredita que evoluiu muito após 4 anos de mandato, porém tem auto-critica suficiente para saber que ainda precisa melhorar. Cleusa admitiu sua frustração na primeira experiência como vereadora por não ter conseguido aprovar o projeto da Lei do Silêncio, que regularia a atividade de carros de som, estabelecimentos noturnos, automóveis com rádios potentes e música alta
Sem fugir de assuntos polêmicos, Cleusa comentou sobre o vereador e companheiro de partido Fabião. A entrevistada disse que existe algumas arestas e divergências de pensamento entre ambos e que esses problemas ainda não foram resolvidos. Relatou que mesmo estando no mesmo partido, ambos tomam posições independentes e não O votam em conjunto. Já sobre a possível influência política do Pe. Nelson no PT, disse que o considera como um conselheiro por sua inteligência e experiência, mas que ele não interfere diretamente nas suas decisões como vereadora.
O bate papo ficou mais acalorado quando foi abordado as negociações políticas sobre a sua possível candidatura como vice de Kiko Micheloni, fato ocorrido no ano passado. Nesse momento a vereadora afirmou que o PT foi passado para trás, pois o partido não procurou o grupo de Kiko para negociar essas questões. Segundo ela o convite partiu do próprio DEM e que após negociações resolveram fechar a questão, buscando a autorização do PT federal. Após isso, seu nome não foi aceito para ocupar a vaga de vice. Segundo Cleusa, isso ocorreu devido a um possível preconceito em torno de seu nome.
Nesse momento a vereadora relembrou a polêmica frase vinculada no Jornal da Cidade, na qual algumas pessoas teriam afirmado que ela era feia, gorda, pobre e petista, sendo assim não podendo ser candidata a vice. Cleusa afirmou que essa frase foi dita na câmara municipal e que no mesmo momento chegou a seu consentimento. Perguntada por Carolina Galdino sobre o que achava de tal afirmação deu sua opinião, na qual foi vinculada no jornal, o que gerou forte constrangimento a algumas pessoas. Mesmo assim, a vereadora afirma que o prefeito Kiko nunca teria dito essa frase, pois o conhece há anos e sabe de seu caráter. Mas não descartou a possibilidade de outras pessoas, ligadas ao governo, de terem feito tal afirmação.
Disse ainda que não se acha feia e que ser pobre não é opção. Ressaltou suas qualidades como mãe, esposa, voluntária e cidadã e criticou as pessoas que se apegam apenas a estereótipos e visões superficiais.
No final do programa, em um momento mais descontraído, comentou sobre seu visual chamativo e disse ser uma pessoa muito “colorida”. Lembrou que se sente muito feliz com a vida e que, mesmo desiludida com a política, trabalhará firme nos próximos quatros anos. Lembrou ainda os cidadãos de Adamantina que podem cobrá-la em relação a isso.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
O interior e o eterno porvir
Segundo o historiador Marco Antônio Villa, professor da Universidade Federal de São Carlos, o interior do Estado de São Paulo mantém-se no século XIX. Enquanto a capital e as cidades vizinhas se notabilizaram pela inovação e pela transformação ao longo do século XX, a maior parte do Estado continua inexpressiva. Não estamos falando de cana-de-açúcar, serviço público encampado por penitenciárias, recapeamento ou ambulâncias. Isso com certeza temos. Em nossa região há faculdades espalhadas em cada grotão, temos uma televisão regional, ponte sendo construída, estradas reformadas e até um Deputado Estadual!
A movimentação passa a falsa sensação de relativo progresso. O que mais podemos querer? Para alguns, principalmente os que estão no poder, nada mais. Será? Para Villa, o interior mantém a política do “sim, senhor”, os jornais são subsidiados pelo poder público, a mobilização social é inexpressiva, os professores universitários são conservadores e buscam composição política com o poder instituído. Isso quando se interessam pelos assuntos do município. Não confundamos professores universitários com intelectuais! É verdade que em nenhum momento o pesquisador escreveu pensando em Adamantina, mas poderia, se a conhecesse.
Vivemos na periferia do sertão. Amparados pelo poder estadual e federal vibramos com as migalhas orçamentárias destinadas a uma ou outra obra. “Bondades” pelos votos angariados. Mesmo no campo cultural, instigante espaço, não necessariamente relacionado ao capital, temos que agradecer o apoio estadual. Sem ele o que seria de nossa região?
De qualquer forma essa postura não é conjuntural e a situação se arrasta por décadas. Quando o falso deslumbramento acabar os mandatários serão inquiridos: O que ficou? Havia política pública eficiente? As medidas não foram paliativas? Onde está a inovação? Pelo visto a roda da história travou no interior. Pouco se construiu de concreto nos tempos de bonança. Como a cigarra da famosa fábula muito se canta e pouco se produz. O momento pede uma mudança clara de postura. Agressiva, inovadora, apartidária, se os egos deixarem. A eleição de novos quadros da Amnap é um momento propício para essa discussão. Elaborar projetos consistentes, direcionando verbas do Governo Federal, com o apoio do empresariado regional, também é uma proposta. Engolir análises, como as feitas por Villa, não é fácil. Mas no momento ele está com a razão.
domingo, 18 de janeiro de 2009
“A democracia deve começar, antes de tudo, no partido”, afirmou Israel
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Serei eu o insensato?
Alguns devem acreditar que auto-análises são mais propícias quando a finitude nos bate a porta ou em momentos de grandes mudanças em nossas vidas, quando revemos nossas atitudes ao longo da trajetória e buscamos entender a forma como encaramos o mundo. Mas, eu, com 24 anos, começo a questionar certas posições, pois a cada dia vejo os fatos que critico serem vivenciados de forma mais intensa. Não é segredo a minha posição crítica em relação ao uso do erário público na construção de imagens religiosas. Deixo claro que não sou contra a sua veneração. Mas, entendo como desnecessário o uso indiscriminado de impostos em artigos direcionados a satisfazer a egolatria. No entanto, semana passada, foi noticiada a construção de uma imagem na cidade de Sertãozinho no valor de 1 milhão e 500 mil reais. Veja bem, mesmo que a arrecadação dessa quantia fosse alcançada de forma espontânea, entre os fiéis da cidade, não conceberia empregar um valor tão alto numa estátua religiosa. Longe se julgar a consciência de cada um, me calaria por saber que a livre iniciativa e o emprego do próprio dinheiro é um direito inalienável. O que intriga é saber que a importância de 1 milhão e 500 mil reais saíram dos cofres públicos de Sertãozinho, com o aval do prefeito e do secretário de obras. Bem, vale lembrar que esse valor poderia ser empregado na construção de cem casas populares. Ou seja, cem famílias de Sertãozinho poderiam desfrutar de uma melhoria em sua condição de vida se o dinheiro gasto na imagem fosse direcionado para a habitação. Nunca é demais mencionar que esse valor poderia ser bem empregado na educação, saúde, saneamento, entre outros. O leitor deve se perguntar: O que tenho com isso? Acredito que a consciência crítica deva ser atemporal. Deve-se fazer o exercício da reflexão a todo instante, mas não pretendo aqui direcionar as conclusões de ninguém. Continuo sem entender certas questões que não se revelam óbvias: Ostentação não está em desacordo com a tradição original das religiões? Como pregar ajuda ao próximo onde se gasta mais de 1 milhão em uma estátua? Há envergadura moral em líderes que não praticam o discurso que proferem aos seus fiéis? No meu entender, essas pessoas deveriam ser as primeiras a tecer críticas a esse tipo de empreendimento. A ética e a cidadania são ultrajadas em casos como esse. Seja um carro caro e luxuoso, desnecessário, ou mesmo uma imagem milionária, algo não encaixa com o discurso. No entanto, a insensatez e a imaturidade talvez não me deixem entender seus reais significados. Serei eu um insensato num mundo de dissimulados? Farei mais essa reflexão.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
“Tenho diversos projetos para melhorar Adamantina”, afirma Faraday Zanandréa
Faraday começou a entrevista explicando a origem e o significado de seu nome, no qual recebeu como homenagem de seu pai ao grande cientista em estudos sobre o eletromagnetismo Michael Faraday. Quando questionado a respeito de suas invenções, disse que o crédito de inventor deve-se mesmo ao seu pai, a quem considerava um gênio e que teria inventado uma panela de pressão muito tempo atrás, ainda na década de 1930, além de vários outros equipamentos, como um esterilizador para a Santa Casa. No entanto, Faraday não descarta ter desenvolvido alguns projetos e criado algumas engenhocas.
O convidado é um entusiasta da astronomia e ufologia, sendo membro do Clube de Astronomia de Mariápolis, cidade vizinha a Adamantina, e explicou as dificuldades encontradas para desenvolver um projeto desta natureza em nossa cidade. Devido ao seu grande interesse em OVNI’s (Objeto Voador Não Identificado) Faraday coleciona vários filmes com o registro do aparecimento desses objetos em vários lugares do mundo e acredita que o caso Roswell e do ET de Varginha sejam verídicos. Mas disse nunca ter testemunhado algum caso envolvendo OVNI’s ou ET’s em Adamantina. No entanto, afirmou que em nossa região há registros desses fenômenos e que, segundo ele, muitos não relatam por vergonha e pelo descrédito que muitos dão ao tema. Em um momento inusitado do bate papo, explicou aos ouvintes como se deve proceder caso tenha contato com algum disco voador.
Zanandréa também contou sobre seus projetos ambientais e urbanísticos, assim como o de um palco para uso múltiplo que seria feito no pátio da feira livre de Adamantina e que, segundo ele, já está em poder da prefeitura. Além disso, relatou outro projeto, no caso a cobertura do Poliesportivo de Adamantina e algumas modificações para melhoria do transito da cidade. O convidado também confirmou a história de que criou um projeto para solucionar as inundações na cidade de São Paulo, o qual entregou pessoalmente ao governador da época, Geraldo Alckmin.
Ao final desta entrevista, que decorreu de maneira muito descontraída, Faraday finalizou explicando uma curiosidade que vários adamantinenses comentam: se é verdade que ele sai de sua oficina esperando que um saco de dinheiro caia do céu toda que um avião levanta vôo em Adamantina. Segundo ele, a história procede e este costume foi criado devido aos filmes que assistia, onde sempre o bandido deixava cair uma mala de dinheiro de dentro de algum avião. Afirmou que tem esperanças de que um dia esse fato ainda se concretizará.