segunda-feira, 6 de outubro de 2008

E agora eleitos?

No momento em que escrevo esse artigo, Adamantina se prepara para escolher as pessoas que irão gerir nosso município pelos próximos quatro anos. Cria-se um sentimento de grande expectativa no porvir, principalmente pelo fraco debate e pelas poucas propostas que permearam essa eleição. Na verdade, o que foi visto foi o velho ‘mais do mesmo’, com candidatos mais preocupados com jingles e panfletos do que com propostas efetivas para a cidade. Entretanto, acredita-se que haja fôlego e vontade política para transformar Adamantina e não deixar o ótimo momento que o país atravessa passar à margem de nossa cidade. É imprescindível que o ocupante do 5º andar, juntamente com seus secretários, esteja afinado com o Governo Estadual e, principalmente, o Federal, para conseguir verbas e efetivar projetos. Para isso, os políticos devem enterrar antigas e novas rusgas que possam ter surgido no desgastante período eleitoral, e trabalharem em conjunto. Não desmerecendo outros partidos, mas o prefeito deve sentar com a executiva do PT e PSDB municipal e pensar no que pode ser conseguido para a cidade. Isso não é utopia de um jovem que nada conhece de política, e sim o que se espera daqueles que administram o que é de todos. Adamantina é uma cidade pequena, e parcerias com as instâncias superiores devem ser o norte para o desenvolvimento econômico e social. Para isso, precisa-se de políticos gestores, que saibam elaborar projetos e tenham verdadeira vocação e zelo pela coisa pública. Todos sabem que, para se ganhar uma eleição, costuram-se inúmeras alianças e novos ‘parceiros’ pipocam a todo instante. No entanto, o prefeito deve ter pulso firme e coerência na hora de mexer no secretariado, levando em consideração a competência e não a legenda partidária. Os vereadores devem trabalhar para consolidar Adamantina como líder regional, utilizando de seus contatos políticos para a liberação de verbas para as áreas mais importantes. Não devem, também, se imiscuir dos grandes debates de nossa sociedade, como a federalização da FAI, a consolidação da AMNAP, o contrato com a Sabesp, o problema do trânsito, a mortalidade infantil, as questões ambientais, vide o córrego Tocantins, entre outros. Espera-se dos secretários projetos inovadores que melhorem a qualidade da educação e da saúde, que lancem bases efetivas para o desenvolvimento cultural nos bairros, que busquem alternativas para o comércio e a agricultura e que não percam as oportunidades e as verbas que por aí estão. Adamantina pode, nesses quatro anos, dar um enorme passo qualitativo. O momento urge, e a gestão 2009-2012 pode passar para a história como aquela que impulsionou e consolidou nosso município como força regional, ou aquela que requentou a mesmice de anos atrás e só deva ser digna de lembrança pelas fotos emolduradas na parede da biblioteca. A sorte esta lançada. Não podemos esquecer que o êxito ou não da empreitada é de todos os adamantinenses que tiveram o livre arbítrio e escolheram, conscientemente, nossos administradores. Daqui quatro anos termino esse artigo. Ele está em aberto, e será ditado pelos 10 felizardos escolhidos por nós. Que assim seja.

40 comentários:

Fábio disse...

Bruno
Concordo com você, ouve poucas propostas, mas agora o prefeito eleito com maciça votação, tem cacife eleitoral para fazer as reformas técnicas que tanto precisa e aguardaremos ansiosos por tal mudança.
Quanto aos grandes debates eu não acredito na federalização da FAI, agora com relação à AMNAP, eu estou muito preocupado, pois esta em jogo a criação de uma nova região administrativa e as cidades que concorrem com adamantina estão bem posicionadas, pois Tupã foi eleito o prefeito com o apoio pessoal do Governador Serra e Dracena o vencedor foi eleito pelo partido no deputado Reinaldo Alguz o principal político da alta paulista. Precisamos ficar atento. Quanto a Sabesp poderia ser uma moeda de troca com a região administrativa, se ela vier pra Adamantina fica se não até La vista, que acha Bruno?

Everton Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Everton Santos disse...

O cerne da questão política, na minha modesta opinião, é ainda mais profundo. É preciso coerência!
Não podemos dar espaço para a "maquiavelice" de sempre. Os vereadores devem adotar postura de legisladores, não devem se pautar pelo posicionamento das legendas.
O porvir, de que fala no texto, é nebuloso, mas os problemas devem ser enfrentados com seriedade e cautela.
Não só os 10 ou 11 (com a vice) são responsáveis pelo desenvolvimento de Adamantina. É preciso participação popular, auxiliando e cobrando, apoiando e rejeitando, concordando e discordando, mas, sobretudo, colaborando com o processo democrático!
Não podemos ficar pensando "bairristicamente", a região administrativa deve ser instalada na cidade mais preparada econômica e geograficamente. Este é o melhor caminho para o desenvolvimento regional. Se ficarmos exigindo que Adamantina a sedie, estaremos desrespeitando as demais cidades. Que os estudos apontem o óbvio, não nós!
A federalização da FAI é temerária, mas possível caso haja critério para isso. Não podemos perder nosso patrimônio, o investimento e os benefícios.
A Sabesp é uma das responsáveis pela poluição e degradação do meio ambiente regional (Marília tem 0% de tratamento). O problema é ainda mais grave. Temos que colocar na balança todos aspectos para tomar uma decisão e não apenas e tão somente utilizar o contrato como moeda de troca. Isso seria, uma grande burrice, na minha opinião.
De qualquer maneira, parabéns pelo artigo e por colocar à mesa diversos problemas de nossa sociedade.
Abraços

Everton Santos disse...

Ah! Na próxima edição do Jornal IMPACTO veicularei um artigo sobre os candidatos não vencedores.
No texto, já pronto e passando por correção, procurei abordar o contexto político dos "sofredores" e a busca de forças no "escurão".
Aguardem!

Fábio disse...

Tudo bom Everton
Eu como um bairrista convicto vou lutar do lado das pessoas que querem a região administrativa em Adamantina, não podemos fazer corpo mole, pois economicamente e geograficamente somos melhores, mas politimente estamos atrás obs.(A UNESP era para ser instalada em Adamantina, mas por motivos políticos foi para Dracena e Tupã

Cidadão Adamantinence disse...

“O Analfabeto Político”, por Bertolt Brecht

O pior analfabeto
É o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala,
Nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo da vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha,
Do aluguel, do sapato e do remédio
Dependem das decisões políticas.

O analfabeto político
É tão burro que se orgulha
E estufa o peito dizendo
Que odeia a política.

Não sabe o imbecil que
da sua ignorância política
Nascem a prostituta, o menor abandonado,
E o pior de todos os bandidos,
Que é o político vigarista,
Pilantra, corrupto e lacaio
Das empresas nacionais e multinacionais

Que a visão do analfabetismo político ilumine cada cidadão.

Everton Santos disse...

Fábio, respeito a sua opinião.

É preciso lutar pela região administrativa sim, mas a ação política deve ser pautada pelos fatos: Adamantina possui melhor posição geográfica e estrutura adequada para abrigar a RA.

Não podemos insistir na instalação sem embasamento, não podemos entrar em lutas políticas, temos que convencer aos políticos sobre o óbvio, a RA tem que ser em Adamantina!

Também sou adamantinense e gostaria que a nossa cidade fosse privilegiada, mas como disse um dos precursores desta idéia (José Maria Haddad) é melhor ter a RA em qualquer cidade da região do que não ter!

Abraços.

Londrina disse...

Caro Bruno
O general Júlio César, em 47 a.C., enviou ao Senado Romano a seguinte mensagem: Veni, vidi, vici. A frase serviu tanto para proclamar sua vitória na Batalha de Zela, como também alertar aos senadores de seu poder militar, uma vez que Roma passava por uma guerra civil. Percebendo o que viria a seguir, um jovem filósofo escreveu um belo texto contendo os anseios dos romanos e enviou ao futuro imperador, que respondeu: Veni, vidi,vici.O resto da história todos nós sabemos...

Professor Universitario disse...

Cada pessoa tem um ponto de vista diante de fatos e acontecimentos.
Há “verdades” que não podem ser contextualizadas.
Preto é preto e branco é branco, não tem como relativizar e suavizar.
Fascina como intelectuais saboreiam seu texto. Sempre regurgitando cenas e palavras históricas.

Alvaro Alencar disse...

Professor universitário: todas as "verdades" são contextualizadas...caso contrário seriam bolhas de sabão...
Fábio: na verdade, escondida atrás da "federalização", o que não se quer é um "elefante branco"...não é? quanto à AMNAP é preciso uma readequação na sua atuação e compreensão dos municípios de que temos uma força política a ser exercida...e Adamantina precisa provar que tem condições político-técnicas de ser uma RA....acho fundamental o papel do pessoal do PT nesta questão(em SP e Brasília);
caro Londrina: a vitória só se fará a partir do mento em que a coletividade acreditar em que todos devemos "vir", "ver" a realidade que vivemos e "vencer" todas as barreiras que devem ser vencidas (acreito que o seu PT seja fundamental nessa empreitada...);
caro Mauro: realmente.....

Anônimo disse...

Professor Universitário: seu anjo não vai dormir novamente!!!O senhor já viu verdade descontextualizada???? ET é verdade? Contextualizado...ele passa a ser...hahahahaha

Bruno Pinto Soares disse...

Caro Fábio,

A Região Administrativa, juntamente com a discussão sobre a Federalização da FAI, devem ser os pontos fundamentais da 'nova' administração. São duas questões que, se resolvidas, trarão conseqüências a médio e longo prazo. Discutir essas questões e resolvê-las será um passo fundamental para o futuro de Adamantina.

Grande Everton,

Não percebo nenhuma incoerência nas discussões. Na verdade devemos ser pragmáticos. Priorizar o PT e o PSDB não denota imaturidade política e sim perspicácia. É óbvio que temos o PR, com o Ministério das Cidades, só para citar um, mas devemos priorizar onde as verbas podem ser conseguidas. Ou há outra solução? Se houver coloque-a em pauta!

Querido Professor Universitário que, creio eu, devido a modéstia, não aparece, deveria fazer um comentário construtivo. Ou será que suas idéias apenas são rascunhos e citações fáceis de outros autores? Uma pessoa gabaritada como vc não tem nada o que comentar sobre o futuro de Adamantina?

abraço

Mauro Cardin disse...

Estamos diante do texto “lição de moral”. O redator se faz oráculo e prescreve o que o prefeito, os secretários e os vereadores devem fazer. São numerosos verbos no imperativo e diversos outros pressupostos (tudo providencialmente muito vago e abstrato para evitar o esforço da análise, da reflexão e da pesquisa). Por favor, Bruno, me passa o telefone do seu terapeuta. Eu também quero ter uma auto-estima dessas!
“Para isso, os políticos devem enterrar antigas e novas rusgas...” Aqui, o articulista se faz pai, mãe ou, quem sabe, sacerdote.
Este meu comentário não significa que eu não saiba que você escreve muito bem; só talvez que no presente caso o artigo está aquém do autor. Um fraterno abraço de amigo e fã.

Professor Universitario disse...

Pedem-me uma opinião construtiva, bem sou um simples rascunho de mim mesmo.
Não confio em nada do que escrevem a respeito. Até tentei ler algumas coisas, mas fui interrompido pelo tédio: comentar, meu jovem o que fazemos aqui é só masturbação sociológica, quem verdadeiramente constrói essa cidade são os pagadores de impostos, os empregadores, os agricultores, ou seja, os Judas iscariote dos intelectuais. Na verdade somos um entulho para quem realmente queira fazer algo construtivo, eu questiono a forma de agir de certos intelectos que se julgam superiores, mas na pratica não fazem nada, repare como seu texto incomoda alguns mestres das fantasias ideológicas desta cidade.
A questão não é de gosto, mas de matemática.

Everton Santos disse...

"Traídos e Traidores"
http://www.livrejornalismo.blogspot.com/
Acessem e comentem!

Bruno Pinto Soares disse...

Mauro,

Quando escrevo um artigo penso na possibilidade dele despertar alguma reflexão nos leitores. Vc sabe muito bem que o espaço disponibilizado no jornal não é apto para grandes análises e que deve-se, apenas, pontuar algumas questões. Os leitores do texto é que devem 'ruminar' as questões elencadas.

No entando, prefiro suscitar questões ao grande público do que levantar discussões que nunca alcançam seus objetivos. Escrever para si mesmo é um problema para alguns desse blog, não é mesmo? Talvez por pensarem que detenham o 'verdadeiro' conhecimento preferem o monólogo, ou melhor, 'A' linguagem!

Talvez, por meu artigo estar aquém da análise política necessária e objetiva, você, entitulado 'guru político', deva traçar um panorama mais completo sobre as eleições. Como já elegeu um prefeito, e não foi tão feliz em outra tentativa, tem experiência de sobra para nos mostrar o caminho das pedras!

Aguardo, ansiosamente, suas linhas.

Grande abraço

Everton Santos disse...

Caramba... tá parecendo o Coliseu... Vamos parar de embates inúteis, mesmo que sejam direcionados de forma "delicada"... este espaço é para contribuir, agregar, unir e não desagregar...

Mauro Cardin disse...

Sinto desapontá-lo, Bruno, mas não há resposta. Vc fala de mim, isto é, de uma pessoa, quando eu falava de seu texto, ou seja, de idéias, que segundo Platão são as únicas coisas que interessam, porque eternas. Sendo assim, passo em silêncio; levanto o seu braço e o proclamo vencedor dessa nossa empobrecida disputa. Abração.

Bruno Pinto Soares disse...

Engraçado vc dizer que falava sobre meu texto enquanto no comentário acima pede o telefone do meu terapeuta! Falou de auto-estima desse articulista e o chamou de pai, mãe ou sacerdote! Análise de texto um pouco desfocada, não é?

Se viesse de pobres mortais como nós, que escorregamos com as letras, mas não acredito que isso ocorra com vc!

De qualquer maneira, clamo por uma análise mais aprofundada de sua parte. Todos só teríamos a ganhar. Tenho certeza que vc tem ótimas palavras, sobre os próximos 4 anos, para saborearmos!! Não é?

Fico no aguardo!!!

Ronald disse...

Antes de mais nada, é com satisfação que vejo um blog de alta qualidade no debate das necessidades de uma região e, melhor ainda quando se trata de Adamantina que, por questões profissionais a deixei em 1981 mas, sonho um dia voltar.

Quanto a questão política tenho os mesmos ideais que é o teor do texto mas, conhecendo político como conheço, não acredito muito em mudanças tão necessárias mas, mesmo assim e como todos vocês, não deixo de lutar.

A todos os amigos de Adamantina meu fraterno abraço e estou à disposição no meu blog http://blogdoronald.blogspot.com ou pelo e-mail ronald.albanez@gmail.com

Vou linkar o Àgora no meu espaço também.

Londrina disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Londrina disse...

Para acabar de uma vez por todas com essa polêmica, vamos analisar o que Cícero escreveu sobre um assunto parecido: "Não pode haver nacionalidade sem patriotismo, força que alguém acha ridícula, mas que, assim como a própria vida, pulsa no coração. Em Verdade, não é útil saber qual será o futuro, pois é uma desgraça angustiar-se sem nada poder resolver.
Ninguém tem dever de obedecer àquele que não tem o direito de mandar.
Não ser ávido de riquezas, é uma riqueza; não ser perdulário, é uma renda.
A virtude é por si mesma digna de louvor, sem ela nada poderá ser louvado".
Espero que meus amiguinhos façam uma reflexão profunda sobre essas palavras de Cícero, antes de emitirem qualquer comentário contra esse pobre cronista.
Abraços a todos.

Anônimo disse...

Por essas e por outras é que muita gente se intitula ANÔNIMO!!!Uma briga de individualidades que não leva a nada!!! Na realidade, Mauro Cardin tem razão...o texto é ingênuo e caminha para conselhos...por outro lado, o autor do texto não suportou uma crítica textual e retira-se do blog...realmente...como nada está levando ao nada, logo o blog terá realmente que adotar a lápide sugerida....pela última vez....adeus Narcisos...

Professor Universitario disse...

Cícero foi um típico eclético, discutindo os argumentos das diferentes doutrinas gregas correntes na época, sem vincular-se inteiramente a nenhuma.
No que se refere às suas próprias posições doutrinárias, Cícero, em teoria do conhecimento, opôs-se tanto ao ceticismo radical de Pirro, quanto ao dogmatismo extremo.
A verdade estaria naquilo que pode ser aceito por todos.
Cícero adere às doutrinas estóicas sem, entretanto, aceitar todo o rigor da concepção segundo o qual o exercício da virtude basta-se a si mesmo e consiste na conformidade da conduta humana às leis da natureza. Usar Cícero sem total conhecimento sobre ele é uma leviandade com o filosofo! O confronto no blog foi de ideologias divergentes, ótimo para o crescimento intelectual de ambos, eu usaria (conhece-te a ti mesmo) o ápice da sabedoria “Sócrates

Bruno Pinto Soares disse...

Pelo que percebo houve um equivoco em algumas questões.

O autor do texto não se retirou do Blog. O autor do texto, Bruno Pinto Soares, continua nesse espaço e debate as idéias e os pontos de vista com o professor Mauro Cardin e todos os outros que tenham críticas e sugestões.

Outro articulista, Everton Santos, que pediu para sair! Não vamos confundir!

De qualquer forma, respeito a opinião de todos e gostaria de discutir com essas pessoas. Aceito as críticas em sua totalidade, mas espero que os mesmos proponham análises mais aprofundadas que dizem possuir.

Mesmo Everton não colocando seus textos nesse espaço, espero que continue contribuindo com bons comentários!

Everton Santos disse...

Obrigado Bruno, espero que meus comentários sejam aceitos neste espaço e acredito na continuidade deste projeto, com textos de bons articulistas e com a participação de pessoas compromissadas com o futuro de nossa cidade, no entanto, anôninos ou pseudôminos devem ter mais coragem....

Londrina disse...

Caro Bruno
Estão dizendo que forças ocultas impedem que corajosos professores, cujos nomes constam no rol de colaboradores do blog, publiquem suas brilhantes idéias nesse humilde espaço. Não sei se tais afirmações são verdadeiras. No entanto, acredito que se você enviar um ofício bem fundamentado ao Dr. Roldão Simioni, tenho certeza que ele autorizará a publicação dos textos desses maravilhosos educadores, que em muito enriquecerão nossos debates. Agora se o motivo da falta de artigos dos intelectuais for a escassez de assuntos na academia, eles poderiam muito bem escrever alguma coisa do tipo “como fazer para se livrar de abaixo-assinado de aluno” e de “olho-gordo” dos colegas de profissão.
Abraços.

Londrina disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

"A verdade estaria naquilo que pode ser aceito por todos." Contextualizada ou não?..."Professor universitário", não gostaria de ser seu aluno!!! Quanta besteira o senhor diz e continuamente se nega...olha o que o senhor afirmou sobre a verdade numa aparição anterior.Por outro lado, sua pontuação no texto é sofrível!!! Espero que o senhor não seja do Curso de Comunicação que é tão "globalizado" e não pode ser "tupiniquim".

Professor Universitario disse...

Uma pergunta só e creio que você, Londrina, vai titubear. A atividade crítica leva você a ir pegar o que está “por detrás”, não é? Mas e se o principal, aquilo que você deveria mesmo saber para não ser bobo, não estiver “por trás”, e sim na frente? E se a idéia de que há em um discurso “o que está por trás” for uma falsa idéia? Afinal, será que tudo tem algo “por trás”?

aquele que tudo enxerga disse...

Cacá no Escurão.Mauro Cardim no Escurão.Professores da FAI no Escurão.Valdemir "Assolan"da APROMAM a caminho do Escurão (ver Diário do Oeste de sexta-feira).Não contente com tantas desgraças, os gênios do mal continuam doutrinando os frequentadores do blog.Temos que nos unir para dar uma lição no Londrina e no Bruno, senão eles acabam com todos nós...

Bruno Pinto Soares disse...

Gênio do mal? Essa é nova para mim!

Será que esse comentário vem de algum seguidor daquele que já me nomeou como uma manifestação do belzebu em terras adamantinenses?hehehehe

Entretanto, duvido que tanta gente boa, como foi citado acima, possa ter sido ludibriada por um mero mortal.

De qualquer forma o aviso foi dado!

abraço

Anônimo disse...

Muitos entram no blog só para fazer maldades, eu tenho uma teoria para isso “inveja” pessoas que escrevem e comentam estão sempre sendo alvo da inveja de pessoas inescrupulosas que não querem o bem comum, repare são poucos os corajosos que se dispõem a escrever um artigo, poucos comentários sobre o texto. É uma pena mostra a degradação moral da sociedade. Tenho que usar o anonimato para não ser mais uma vitima dos maldosos ambiciosos que povoam esse lugar. Vocês têm uma ótima ferramenta, mas muito mal usada. Espero que os mais experientes deste blog dêem o exemplo.

Fábio disse...

Quanto tempo um carro da TV fronteira não circula por adamantina?
Na entrevista de hoje o reporte da filiada da globo questionou o prefeito sobre a malha aviaria da cidade, dizendo que estava toda esburacada e era um dos maiores problemas da cidade. Será que foi uma piada?Ou desconhecem a cidade?

Professor Universitario disse...

Não quero parecer maluco. Nem sádico. Muito menos irresponsável. Espírito de porco. Ou sacana. Apocalíptico. Sr Fábio de que adianta falar para as paredes, garoto você não entende na da de política. Leia Temístocles um político e general, liderou o partido democrático ateniense. Meu criticismo sobre você só esta começando ,aguarde!

Fábio disse...

Obrigado pelo conselho,onde encontro o Sr para ministrar umas aulas para um pobre ignorante como eu?

Professor Universitario disse...

É triste, mas, parece-me que os analfabetos políticos estão a aumentar.Esse é o mundo das trevas ,das sombras,você não conhece as legiões do mal.Jamais se esqueça,porem,de que mal o bem,trevas ou luz,sombra e claridade fazem parte de você , de mim, do mundo.

Valdeir Dias disse...

Saudacões, meus caros
Na Assembleia, quem pede a palavra? texto: OS Pensadores, Platão Diálogos
(...)Entre 460 e 430 a.C, Atenas, sob o governo de Péricles, atingiu o apogeu de sua vida politica e cultural, tornando-se a cidade- Estado mais proeminente da Grécia.
A democracia ateniense era, na verdade, uma forma atenuante de oligarquia( governo dos oligoi, de poucos), ja que somente aquela pequena parcela da população - Os Cidadãos- usufruía dos privilégios da igualdade perante a lei e o direito de falar nos debates da Assembléia.As decisões políticas estavam, porém, na dependência de interferências ainda mais restritas, pois na própria Assembléia nem todos tinham os mesmos recursos de atuação."Quem pede a palavra?"Segundo o princípio da Assembléia, qualquer cidadão tinha direito de responder a esse apelo. Mas, de fato, apenas poucos o faziam. Os que possuíam dons de oratória associados ao conhecimento dos negócios públicos, os hábeis no raciocionar e no usar a voz e o gesto, estes é que obtinham ascendência sobre o auditório, impunham seus pontos de vista através da persuasão retórica e lideravam as decisões.Se além de orador era um homem de ação - como Péricles -, tornava-se , durante algum tempo, o verdadeiro chefe político.

O vento sopra a meu favor ( não tenho medo de santo e nem de cidade)
Sinto paz na escuridão(4º escuro)
E felicidade na Luz
Equilíbrio da vida
Não temo a vida!
Vivo... não sobrevivo.
Não tenho medo , do nada...
e muito menos do TUDO.
Tenho vontade de potência, sou interligado a filosofia e ação política.( ...) Os males não cessarão para os humanos antes que a raça dos puros e autênticos filósofos chegue ao Poder.
Senhores , entre em Ação,é mais conveniente pragmatizarem suas filosofias.
Não se ofendam, procure o que fazer!
Abraços de Urso.

Anônimo disse...

por isso conseguiu só 80 e poucos votos

chicobiblia disse...

Escreve alguém que viveu em Adamantina nos primórdios de sua história. Residi em um povoado chamado Alagoa Seca em 1948 e 1949. Não sei se na época pertencia a Adamantina ou a Valparaíso. Eu tinha entre 6 e 7 anos de idade. Em 1950 e 1951 residi perto do Salto Botelho, município de Lucélia. Em 1952, em um bairro que
pertencia ao município de Adamantina. De 1953 até fins de 1960 residi em Adamantina, Vila Jardim Esplanada. Lembro-me de muitos episódios da época e de personalidades importantes da história de Adamantina, mas não irei comentá-los. Quanta saudade dos anos mais felizes da adolescência e início da juventude!
Dentre tudo o que escreveram para este blog, uma frase me chamou a atenção: "Os males não cessarão para
os humanos antes que a raça dos puros e autênticos filosófos chegue ao Poder."
Se são puros e autênticos filósofos, não o serão mais se chegarem ao poder, porque o poder corrompe!
Francisco Alves de Pontes



















pertenciaa Adamantina. De 1953 até fins de 1960 residi em Adamantina, Vila Jardim Esplanada.