terça-feira, 26 de agosto de 2008

Uma reunião além da província...

“Sem sair da sua porta, o homem pode saber o que acontece no mundo. Sem olhar pela janela, pode ver TAO que está no céu. Quanto mais corra atrás da sabedoria, tanto menos saberá. Por isso, sem correr para um e para outro lado, o sábio compreenderá sem ver e completará sem agir.” (Lao Tse)
Neste novo tempo que se chama hoje, os desencontros fazem parte do cenário tupiniquim em terras provincianas, talvez, como sempre, para fazer a diferença em meio à mesmice de sempre, quando as pessoas procuram apenas estar e se esquecem de ser!
Assim, os anos passam para os simples mortais em nível internacional, mas, como sempre, a província continua levando as coisas como se o lado de fora nada significasse para as transformações no cenário da pós-globalização para as limitações de uma província perdida na região oeste do oeste paulista.
Mas, nem tudo reflete a mesmice de sempre, neste caso em pauta, uma reunião sem mais e sem menos, talvez, apenas uma comemoração neste novo tempo sem o tempo, todavia, o que seria da vida sem a vida, ainda, do fim sem o mesmo fim para um outro fim?
Não se sabe quando tudo começou, porém, mais do que depressa as coisas aconteceram para o lado deste ou daquele menos desavisado e perdido com suas contradições com o outro canto, tudo bem, não se pode ganhar sempre diz o dito popular tupiniquim, todavia, um outro olhar pode chamar o descuidado para fazer parte de uma mesma roda, neste caso, pode ser a descoberta de uma roda quadrada para um cientista calado pelas suas falas promessas sobre a virtude de uma moral descabida da lua com o sol numa luz de marte.
O luar provinciano destoa em noites com estrelas num céu sem fim, pode ser para o mal, mas, o bem pode aparecer neste momento e fazer a diferença para o desencontro dos astros noturnos, quando as estrelas seguem um cometa perdido em busca da eternidade do tempo sem o tempo em meio ao tempo para um outro tempo.
Quem dera estar em compasso de espera com o cenário provinciano neste meio sem início e muito menos final de alguma coisa para um momento solene em meio às desavenças do poder sem o poder local, ainda mais com as eleições chegando para o “País do faz de conta”, quando, mais uma vez, as escolhas estão nos votos e tudo pode acontecer,a te mesmo, “elle”, o desaparecido aparecer para colher alguns votos aqui e outros ali para uma reeleição além da província.
Mas, voltando à questão anterior, ou seja, de uma reunião sem mais e sem menos para sair de uma mesmice provinciana, pode-se pensar sem deixar o pensador agitar com suas palavras ao vento, se bem que, neste novo contexto, a pluralidade anda fazendo das suas pela mídia impressa, deixando assim, a transparência se tornar nebulosa pelas falsas promessas do passado, também, as marcas do discurso se perdem pelas manobras de uma perseguição qualquer para o outro lado em busca da validação popular e assim por diante, entretanto, as vozes do além ficam circulando pelas ruas e esquinas de uma quadra perdida da província.
O nome não faz a diferença desta vez, pois, são como afirma o texto bíblico, a saber “pérolas aos porcos” com uma mensagem bovina para destoar o clima neste confronto com o “franco-atirador provinciano”, aquele que, pensa que sabe de alguma coisa, porém, não sabe e muito menos, imagina alguma coisa sobre tudo e todos ao mesmo tempo...

5 comentários:

bruno pinto soares disse...

Sergio,

Quantas reuniões e conchavos acontecem nessa cidade?! Pelo que percebo isso não ocorre só na política local, mas também em seu ambiente de trabalho! não é?

Bem, o que dá, praticamente, no mesmo, afinal FAI é política, para bem ou para mal.

abraço

Sebar disse...

cada coisa é uma coisa, ainda, a política é uma arte, enquanto que a outra política, ou seja, dos poliqueiros é uma outra distante desta arte em todos os sentidos, ainda, o artigo é opinativo e como tal deve ser entendido ou debatido, sem aproximações com isto ou aquilo, sem mais e sem menos...

Anônimo disse...

esse lugar está morto?

Anônimo disse...

Se Rui Barbosa vivesse...meu Deus!!!

Anônimo disse...

Rui Barbosa não é muito?